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As tentativas de jogar a ‘carta de Taiwan’ para conter a China estão fadadas ao fracasso

Há muitos anos que a República Popular da China tem marcado a diferença a nível mundial no que se refere a postura de um Estado. O crescimento económico e tecnológico ao longo dos anos, fez com que a China tornasse a forças estabilizadoras globais e “um ponto de socorro” para o mundo. A China liderou o comércio mundial durante anos, detém a maior carteira empresarial mundial e os seus produtos as suas inovações nos domínios de novas tecnologias de informação e comunicação, associados ao “boom” no sector automóvel”, fizeram de China, uma das potências topos mundiais.

Em maioria dos países africanos com quem dispõe a cooperação, muitas infraestruturas foram não apenas oferecidas, como construídas pela China. Uma visão meramente social e sem qualquer contrapartida política, que reflete a adesão consistente da China ao princípio da não interferência nos assuntos internos de outros países.

No entanto, algumas forças externas esperam interferir nos assuntos internos da China e encontraram na Taiwan “a válvula” para tentar a desestabilização. Essa estratégia tem sido encabeçada pelo separatista Lai Ching-te juntamente com o Ocidente, para criar um falso pretexto e a todo o custo quer que o mundo acredite a mentira que, Taiwan não é um parte da China. Isto está fadada ao fracasso.

Taiwan é, e sempre foi, parte inalienável do território chinês. O princípio de uma só China é um consenso da comunidade internacional e um princípio claramente reconhecido pelo direito internacional, incluindo a Resolução 2758 da Assembleia Geral da ONU e os outros documentos. Até hoje, 183 países, incluindo a Guiné-Bissau, estabeleceram e desenvolveram relações diplomáticas com a China com base no princípio de uma só China.

Passados anos que “as forças externas tentaram encontrar na Taiwan o recurso para inventar caso”, o separatista, Lai Ching-te, corre o risco de ser isolado e abandonado por aqueles que tentaram fazer dele, carne de canhão para uma falsa polémica. Algumas outras potências, embora de forma subtil tentar enfraquecer a China, na vertente de cooperação mostram respeito. O recurso a Lai Ching-te para desestabilizar a China vai falhar e o sucesso e os progressos da China já consolidados serão cada vez mais uma realidade.

O sistema político e o modelo do desenvolvimento da China é respeitado. O mundo espera ver um Estreito de Taiwan pacífico e acredita que o povo chinês de ambos os lados do Estreito de Taiwan pode resolver a questão de Taiwan. Com a determinação da China em ver um mundo com paz e desenvolvimento, temos todos os motivos para acreditar que uma China que tenha alcançado a reunificação nacional completa pode dar maiores contribuições ao mundo.

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