O Primeiro-Ministro afirmou que os professores devem permanecer nas salas de aula durante o período do Recenseamento Geral da População e Habitação, considerando que a prioridade do setor educativo é garantir o normal funcionamento das aulas em todo o país.
Segundo o chefe do Governo, a participação massiva de docentes no processo de recenseamento poderá comprometer o calendário escolar e provocar paralisações nas escolas. Para sustentar a posição do Executivo, destacou que a ausência simultânea de vários professores teria impactos diretos no ensino.
“Imagine se quatro ou cinco professores abandonarem as salas de aula para irem ao terreno fazer recenseamento. As aulas estarão paralisadas”, advertiu.
O governante explicou ainda que, relativamente aos restantes funcionários públicos envolvidos no processo, a Administração Pública dispõe de mecanismos de controlo de assiduidade e que as medidas previstas na lei poderão ser aplicadas em casos de faltas injustificadas.
Vieira Té apelou igualmente à colaboração da população com os agentes recenseadores, pedindo que os cidadãos facilitem o atendimento e a receção das equipas encarregues do trabalho de campo.
De acordo com o Primeiro-Ministro, o recenseamento permitirá ao país obter dados fiáveis e atualizados sobre a população, incluindo o número real de habitantes, a distribuição entre homens e mulheres e as condições de vida das famílias.
O Governo anunciou, na reunião do Conselho de Ministros realizada no passado dia 05 de maio, que o Recenseamento Geral da População e Habitação decorrerá entre os dias 01 e 21 de junho em todo o território nacional.
Iaia sama



