A Embaixada da China na Guiné-Bissau promoveu, esta quarta-feira, um evento de apresentação da experiência e conhecimento sobre o país asiático, destacando o fortalecimento das relações sino-africanas.
Na cerimónia de abertura, o embaixador chinês, Yang Renhuo, enalteceu as excelentes relações entre a China e a África, sublinhando que a amizade entre os povos ultrapassou barreiras e tem sido transmitida de geração em geração.
Segundo o diplomata, a comemoração do intercâmbio China–África, representa um consenso importante alcançado entre o Presidente chinês, Xi Jinping e os líderes africanos, constituindo uma medida crucial para aprofundar a cooperação num novo momento histórico.
Yang Renhuo destacou ainda que a cerimónia de abertura do Ano China–África teve lugar na sede da União Africana, em Adis Abeba, com o objetivo de fortalecer os intercâmbios entre os povos.
O embaixador sublinhou que o evento visa promover a partilha de experiências e conhecimentos sobre a China, aproximando os povos, reforçando laços afetivos e unindo esforços entre chineses e africanos.
No que diz respeito à cooperação com a Guiné-Bissau, Yang Renhuo afirmou que os intercâmbios têm sido cada vez mais estreitos. Destacou, entre outros avanços, a chegada recente de uma nova equipa médica chinesa ao país, bem como a inauguração do Instituto Confúcio na Unidade Tchico Té, abrindo novas oportunidades para o ensino da língua chinesa.
O diplomata referiu ainda o financiamento da reabilitação da Escola de Amizade Sino-Guineense, em Bafatá, e a recente doação de materiais de apoio às vítimas de incêndios naquela região.
Durante o evento, o embaixador apelou ao reforço da aproximação entre os povos chinês e guineense, defendendo o aprofundamento da cooperação bilateral em áreas como modernização agrícola, infraestruturas, exploração mineira, saúde, educação e formação profissional. Reiterou ainda a disponibilidade da China para promover uma comunidade de futuro partilhado e alcançar o desenvolvimento conjunto.
Na ocasião, o jornalista Aliu Baldé, do jornal Nô Pintcha, partilhou a sua experiência de quatro meses na China, destacando a abertura do povo chinês, a modernidade das cidades, o baixo custo da energia, a erradicação da pobreza extrema e o avanço tecnológico.
Por sua vez, Suaila Fonseca Cá, técnica do gabinete de comunicação do Ministério das Pescas, também partilhou a sua vivência no país asiático, com destaque para a gastronomia e a organização social e cultural.
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