sábado, abril 11, 2026
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Falta de transparência e prejuízos ao Estado levam o Governo a “abandonar o contrato” de transporta funcionários

É decisão e parece irreversível. O Governo da Guiné-Bissau rompeu mesmo o contrato com a Sociedade de Transportes da Guiné-Bissau (STGB), no quadro dos transporte dos funcionários públicos. O PM considera o acordo de custoso, por isso, deve ser rescindido.

A polémica sobre os autocarros da STGB que transportam funcionários públicos, está longe de acabar. Após a pressão dos dirigentes do Sindicato dos Trabalhadores da Função Pública o Governo foi a calculadora para fazerb às contas. No final das contas  chegou a conclusão que, o contrato de frete de autocarros para os funcionários públicos é prejudicial aos interesses de Estado e em consequência será rescindido. A decisão de rescindir o conbtrato será anunciada na próxima reunião do Conselho de concertação social.

O acordo entre o Governo e a STGB foi estabelecido em 2006, prevendo a disponibilização de cinco autocarros para o transporte dos funcionários, mediante o pagamento mensal de cinco milhões (5.000.000) de francos CFA. Entre 2012 e janeiro de 2026, a frota foi reforçada com mais dois autocarros, totalizando sete viaturas.

Com essa expansão, o pagamento mensal passou para doze milhões (12.000.000) de francos CFA. Apesar da pressão dos sindicatos, a decisão parece estar tomada desde janeiro de 2026, através do PM que invocou às restrições impostas pelo Banco Mundial.

O governo, na voz do Primeiro-ministro, questionou o número de funcionários que os seis autocarros transportam por dia e que justifica verbas chorudas constantes no contrato. “É a primeira vez que falo sobre este assunto e só quero deixar uma constatação e duas quedstões. A Função Pública da Guiné-Bissau tem cerca de 34 mil funcionários.

São seis autocarros que a empresa disponibilizou para transportar estes funcionários por dia: quantos funcionários é que acham que são transportados”, questionou Ilídio Vieira Té no dia em que realizou uma visita às instalações da Pretroguin. Na cara do PM, nota-se uma decisão já tomada e praticamente irreversível.

O Chefe do Governo disse que, ao longo de anos, o Governo custeou autocarros para transportar os funcionários públicos, mas em decorrência de um estudo por eles realizado, concluíram que não vale a pena continuar, por ser bastante prejiudicial ao Estado. “

Certamente que vamos falar debste assunto na concertação social, mas é bom que fiquem claro duas coisas: a Guiné-Bissau é o único país do mundo que coloca autocarro a disposição dos trabalhadores. Segundo, temos factos que provam que, a maioria das pessoas que são transportadas, não são funcionários públicos”, acrescentou Ilídio Vieira Té, como forma de justificar a decisão.

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