É a primeira vez na história do país que o Secretariado Executivo dsa Comissão Nacional de Eleições (CNE) é dominado por mulheres. No total de quatro elementos, três são mulheres e um homem. Carmem Lobo é a presidente e substituiu, Mpabi Kabi. Feliberta Moura, mantém-se na CNE, mas passou para Segunda secretária Adjunta, enquanto que, Telma Cul Embassa, será a terceira figura feminina. No acto da posse dos mesmos, Tomás Djassi, Presidente do Conselho Nacional de Transição (CNT) revelou que, o domínio das mulheres na CNE foi de propósito de modo a conferir a organização a serenidade necessária para cumprir a sua missão.
Enquanto isso, a plenária do Conselho Nacional de Transição elegeu nesta segunda-feira, dia 09 de Março de 2026 uma nova equipa da Comissão Nacional de Eleições (CNE). A eleição dos novos membros da instituição responsável pela realização de eleições na Guiné-Bissau, segundo o Conselho Nacional de Transição que neste momento trabalha em substituição do hemiciclo guineense (ANP), enquadra-se no processo de reorganização administrativa da CNE.
Para o cargo do Secretário-Executivo daquela instituição responsável pela gestão de eleições no país, Idriça Djaló foi eleito para assumir o cargo, enquanto Felisberta Moura Vaz foi eleita para as funções de primeira Secretaria-Executiva da Comissão Nacional de Eleições (CNE) e Telma Pigna Embassa foi eleita como a Segunda Secretaria-Executiva da referida instituição.
Momentos depois da formalidade do acto, o porta-voz do Conselho Nacional de Transição (CNT), Fernando Vaz assegurou á imprensa que, a eleição destes novos membros da Comissão Nacional de Eleições (CNE), enquadra-se no processo de reorganização administrativa da CNE, enquanto órgão responsável pela gestão dos processos eleitorais na Guiné-Bissau. Ainda, na sua declaração á imprensa Fernando Vaz disse que, apesar da situação financeira, a equipa da Comissão Nacional de Eleições (CNE), agora está completa e vai começar o seu trabalho para a organização de eleições na Guiné-Bissau.
“Com a nomeação maioritariamente de mulheres por opção do Alto Comando Militar (ACM), neste aspecto podemos dizer que, agora a CNE pode prosseguir e realizar novas eleições, apesar de uma série de situações financeiras, programações e todas as outras situações que realmente são intrínsecos para a organização das eleições. Isto vai acontecer com certeza, porque a equipa está completa e vai começar o seu trabalho a cem porcento”, garantiu Fernando Vaz.
A margem da mesma cerimónia, o 1º vice presidente do Conselho Nacional de Transição (CNT), Nelson Moreira informou que, para o cargo de Secretário-Executivo da CNE, uma vaga, concorreram três individualidades ou seja Idriça Djaló, Nelgiro Abelha Vaz e Carla Isabel Mendes, e para o cargo de secretário-Executivo Adjunto, com duas vagas, concorreram três personalidades também: Mamadú Candé, Felisberta Moura Vaz e Telma Bigna Embassa.
De referir que, a nova Presidente da Comissão Nacional de Eleições (CNE), a juíza conselheira do Supremo Tribunal de Justiça, Carmem Isaura Tavares Batista Lobo substitui no cargo o Npabi Cabi que exercia as funções interinas na instituição desde finais de 2020. Umaro Candé



