sexta-feira, fevereiro 13, 2026
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Tribunal Militar nega ter aplicado prisão domiciliária a Domingos Simões Pereira e ouve-o como declarante

O processo do suposto envolvimento de Domingos Simões Pereira numa alegada tentativa de golpe de Estadp em 2025, ganhou novos factos esta manhã. Diurante a audiência do Presidente da ANP e do PAIGC no Tribunal Militar, os Promotores da Justiça Militar asseguraram a defesa que, aquela instância não tem qualquer envolvimento na prisão domociliária de Domingos Simões Pereira. “Os Promotores da Justiça Militar nos disseram que, esta medida de colocar Domingos Simões Pereira em residência vigiada, não tem nada a ver com o processo. Não foi uma decisão do Tribunal Militar, daí que, a defesa deverá buscar outro caminho de resolver esta situação”, assegurou Mário Lino Pereira Da Veiga.

O Porta-voz do colectivo de advogados de defesa de Domingos Simões Pereira revelou que, o presidente da ANP e do PAIGC foi ouvido pelo Tribunal Militar “na condição de declarante”, no âmbito de investigação do alegado caso de golpe de Estado de 25 de Outubro de 2025. Mário Lino disse que o seu constituinte declarou-se inocente e que jamais se meteu em situações dessa natureza, quer como simples cidadão, quer como líder político.

Em declarações a imprensa no final da audiência, Mário Lino que falou em nome de um colectivo no qual integram os Advogados, Alberto Baptista ‘Dickson’, Luís Peti e Roberto Indequi, revelou que estão seguros que, Domingos Simões Pereira jamais será ouvido, porque o processo em causa não tem qualquer substância.

“Ele respondeu todas as perguntas que lhe foram colocadas. Primeiro, para colaborar com a justiça; segundo para dissipar quaisquer dúvidas que pudessem restar em relação a sua pessoa. Enquanto defesa, defendemos a sua presença, porque mesmo sabendo que é inocente, se não tivesse apresentado, certas pessoas ficariam com dúvidas de que eventialmente estaria a esconder algo. Portanto esta presença é para manter limpo o seu bom nome”, explicou.

O Presidente da ANP e do PAIGC saiu do Tribunal Militar sem qualquer medida restritiva e crescem às expectativas sobre o que vai acontecer nos próximos tempos. O advogado, apesar de sereno, não tem, dúvidas que, Domingos Simões Pereira “jamais serrá convocado no âmbito deste processo, uma vez que não tem qualquer ligação com o mesmo.

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