O ex-Primeiro-ministro da Guiné-Bissau levantou dia 8 de Março, sérias dúvidas sobre a originalidade do golpe de Estado de 26 de Novembro de 2025 que interrompeu o processo eleitoral e impediu o anúncio dos resultados. Baciro Djá que falou no princípio da tarde, detido a noite e colocado ainda em liberdade no mesmo dia, acusou os dirigentes da Plataforma Republicana ‘Nô Kumpu Guiné’, que apoiou o segundo mandato de Umaro Sissoco Embaló de não estarem longe do golpe de Estado. Disse que, o poder neste momento é controlado pelos “boys” dos mesmos e que, urge repor a legalidade. Em relação às eleições legislativas de 26 de Novembro, Baciro Djá assegurou que, a FREPASNA elegeu 12 deputados, sendo 5 em Bissau e 07 no Interior. “Infelizmente banalisaram às eleições legislativas”, lamentou.
O Presidente da FREPASNA disse nas comemorações de 8 anos do seu partidol que, o golpe de Estado de carece de credibilidade, porque como ministro de Defesa foi vítima de golpe, mas nunca viu coisa parecida. “Ouvimos muitas narrativas sobre este golpe. Uns a disserem que houve tentativa de golpe, outros dizem que houve golpe. O que podemos constatar aqui é que, muitos não são especialistas. Vamos analisar aqueles que nas redes sociais passam informações. Não são jornalistas, não estão preparados para tal. Há muita mentira. As mentiras obstaculizaram a inteligência. Isso é mau”, atacou Djá.
Mas o mais grave, na petspectiva de Baciro Djá, é que as pessoas parraram de pensar na Guiné-Bissau “Outros criaram as suas narrativas e os guineenses passaram a reproduzí-las. Entre quem fez a intentona e quem fez o golpe, qual deles merece ser condenado”, perguntou para mais adiante referir que não faz parte de nenhuma dessas inventonas, por isso, é pela paz.
Djá refere na sua intervenção que “é visível que o golpe de Estado foi, mas é também visivel que, a Plataforma Republicana não está longe. Eles todos e os seus dirigentes. Já vimos muitos golpes de Estado, mas nunca como este”, relativizou.
Conforme o político, todas essas atrocidades serão um dia a justiça vai imperar neste país. “E, rezo para fazer parte daqueles que dirão, haviamos avisado. Amanhã haverá a justiça e a impunidade não pode continuar. Na campanha, prevemos muita coisa e a maioria aconteceu”.
Para ele, a interrupção do processo eleitoral foi mau, pelo que precisa de ser esclaredcido. Falando em nome do partido criado no dia das mulheres, em homenagem as mesmas, Baciro Djá defendeu que, a presença da sua formação política, visa ajudar a afirmação da democracia.
“Política é uma religião aplicada. O seu fim último é ajudar os mais desfavorecidos. E, quando isso, não está no coração de um político, ele está a fazer tudio, mesmo a política”.
Dja´considera a democracia vital como ágiua, por isso, está a viver nela. “Fiquei em silêncio há muito tempo, porque se estivesse a falar, iria destruir muita coisa. Assumi responsabilidades que, me obrigam a guardar segredos”.
Em relação a actualidade, Baciro Djá disse que, ficou em silêncio, porque não havia motivos. Sempre costuma falar. Disse que nas últimas eleições, FREPASNA fez 12 deputados. 5 em Bissau e 7 no interior. “Infelizmente banalizaram as eleições legislativas, dando mais ênfase ás eleições presidenciais. É um erro, porque é nas eleições legislativas que sai um Governo, responsável para construção do país. Por isso, a vítima de golpe é a FREPASNA”, começou por referir.
Segundo ele, Plataforma Republicana, não está longe dos golpistas. Foram eles é que estão em tudo. Colocaram os seus meninos nas estruturas do poder. O país, não merece isso. O povo merece a dignidade e o respeito.”
Para ele, a FREPASNA advoga para a democracia e liberdade de imprensa. “Sou profundamente democrático. Qiuerenmios que os guineenses acreditem que os melhores dias virão.”
Ele enten de que, o guineense sente que a sua esperança é adiada, mas por guineenses nascidos em Bnissau e na tabanca. “O meu silêncio foi simplesmente na busca de paz e estabilidade. Por isso, queremos que as pessoas não sejam telecomandadas. Todos são são mortais”, disse Dja.



