segunda-feira, março 2, 2026
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CEDEAO e FMI determinados a apoiar agenda da transição na Guiné-Bissau

A Transição Política na Guiné-Bissau, tem fortes possibilidades de ser observada no calendário determinado pelos militares. A descoordenação de forças  e estratégias de pressão entre os organismos internacionais, estão a ser benéficos para o regime golpista instalado. ‘Africa Monitor Inteligence’, o conceituado site de investigação sobre os assuntos africanos, refere que, atrás desta realidade, estão duas instituições. A CEDEAO e o Fundo Monetário Internacional. Sobre a CEDEAO, o site destaca que, a organização tem, tido algumas dificuldades de afirmar as suas posições, porque os círculos próximos de Sissoco Embaló nesses países estão a conseguir evitar a tomada de uma posição mais musculada.

Num artigo intitulado “Respaldo regional e FMI assegura,m transição controlada” o articulista enalteceu a influência de Umaro Sissoco Embaló a nível da CEDEAO como uma das razões que fez com que, até a data presente, a organização não tivesse uma posição mais firme com os golpistas e todos os integrantes da transição. “O Círculo de Relações Internacvionais de Umaro Sissoco Embaló, tem permitido moderar as posturas mais exigentes de alguns membros da CEDEAO e da UA, organizações que preferem manter a organização como membro de pleno com a garantia do regresso a normalidade já em 2027”, escreve ‘Africa Monitor Inteligence’.

Na fase inicial, a CEDEAO manifestou pubvlicamente ser contra a tranmsiçãpo de um ano, mas pelos vistos, essa data arrisca-se a concretizar, tendo em conta vários factores condicionantes das eleições. Quando faltam três meses para o período das chuvas, ainda não há um consenso sobre o reclamado recenseamento eleitoral, conforme disse o presidente da CNE, ora demitido. Quem já comentou a possibilidade do recenseamento eleitoral é o Primeiro-ministro de Transição, Ilídio Vieira Té que disse preferir uma actualização.

Quanto ao FMI, a presença e contacto da organização com um regime não democrático e um Governo sem qualquer programa financeiro há cerca de 5 anos, estranha muitos e, para ‘Africa Monitor Inteligence’, surge como uma estratégia de controlar a transição.

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